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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

0 Menstruação desregulada


Muitas mulheres sofrem com esse problema de menstruação desregulada, as reclamações mais comuns são: atraso na menstruação, acontecendo até mesmo de ficar um ciclo sem menstruar, também a casos de mulheres que reclamam que a menstruação não para.

Segundo especialistas a irregularidade na menstruação é um caso preocupante e que deve ser averiguado com muito cuidado, é importante dar atenção especial a isso porque ela pode estar relacionada a uma série de doenças como, por exemplo: síndrome dos ovários policísticos, endometriose, tireóide, miomas uterinos, e até mesmo desnutrição, e isso só um especialista será capaz de diagnosticar.

Nesse caso a visita a um ginecologista é importantíssima, o ideal é que a mulher faça exames pelo menos uma vez por ano. Esses exames serão capazes de mostrar o que está acontecendo com o corpo da mulher e porque a menstruação está desregulada.

Vamos frisar novamente que em caso de menstruação desregulada a mulher deve procurar o seu ginecologista e fazer os exames específicos, dessa forma ela poderá ser medicada da forma correta e voltar a ter uma menstruação regulada novamente, e a certeza de que está tudo certo com a sua saúde.

Lembre-se, uma visita ao ginecologista e a realização dos exames certos pode evitar vários problemas graves que prejudicam a saúde da mulher.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

0 Cólicas menstruais não devem ser ignoradas

Cólicas menstruais não devem ser ignoradas
Elas podem ser indicação de endometriose
Há mulheres que não dão importância às cólicas menstruais, pensando que esta dor faz parte do “mundo feminino”. Mas não deveria ser assim, pois este incômodo pode indicar endometriose, que, se diagnosticada precocemente, é tratada de forma rápida e sem grandes intervenções.
É o que explica o ginecologista Eduardo Schor, especializado no problema: “Por ser uma doença que progride, descobrir no começo evita que a mulher sofra com uma endometriose profunda, o que traz qualidade baixa de vida, de sono, de vida sexual, conjugal e, a principal consequência, dificuldade para engravidar.”
Para diferenciar uma cólica normal daquela provocada pela doença, é preciso observar a tensão da dor. “Uma dor normal de cólica menstrual é aquela que a mulher toma um remédio e vai fazer as suas atividades. A anormal é quando se é medicada e melhora por um tempo, mas depois volta e a dor fica cada vez mais intensa”, detalha Schor
De acordo com ele, a endometriose ocorre quando o sangue que deveria sair durante a menstruação volta pelas trompas e chega a outros órgãos. “Há uma camada que reveste o útero por dentro, chamada endométrio, preparada para receber o bebê. Se não ocorre uma fecundação, este sangue é descartado. Às vezes, ele não é rejeitado e volta pelas trompas, podendo alcançar a pelve, o abdome e até o intestino e a bexiga, causando a doença.”
Foi justamente esta dor constante que fez com que a jornalista Priscila Salgado passasse por uma operação. “Nenhum exame mostrava a endometriose, mas eu tinha cólicas fortíssimas, a ponto de não conseguir andar. Minha médica decidiu me operar e, assim, descobriu que eu tinha um pouco no útero e na bexiga. Ela limpou tudo e desde então não tive mais nada.”
Segundo o ginecologista, o tratamento para a endometriose difere muito, pois depende de quanto tempo levou para o problema ser diagnosticado. “Por isso, é importante a análise precoce. Tratando no comecinho, a mulher não terá prejuízos e conseguirá engravidar de forma natural e com qualidade de vida. Se demorar, tem que passar por cirurgia e não terá como engravidar normalmente, somente com tratamento.”

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

0 EXERCÍCIOS PARA GRÁVIDAS

A GESTANTE QUE PRATICA EXERCÍCIOS ESPECIAIS GANHA MENOS PESO, AUMENTA A TOLERÂNCIA À DOR E CONSEGUE REDUZIR A DURAÇÃO DO PARTO NORMAL
Por que são importantes
Eles facilitam o trabalho de parto, conservam o corpo da mulher, evitam dores
nas costas, culotes, flacidez e melhoram a circulação. Quando a grávida pratica
exercícios tem maior facilidade para recuperar o peso depois do parto

Quem tem restrições
Os exercícios devem ser bem acompanhados em mulheres com anemia,
sangramento, diabéticas, hipertensas ou que já tiveram parto prematuro
em uma gravidez anterior
VASOCAPILAR

Excelente para a circulação. A mulher fica deitada,
com pernas e braços para cima, e sacode as mãos,
os braços, os pés e as pernas. Com o exercício, a
placenta (fonte de alimentação e oxigenação do
feto) dificilmente envelhece. É um bom exercício
para hipertensas, para evitar inchaço, varizes e
hemorróidas.



CONTRAÇÃO DA PÉLVIS
Essa atividade ajuda a posicionar o bebê corretamente. Com mãos e joelhos no
chão, a gestante deve fazer o mesmo tipo de esforço que o exercício de cócoras





CÓCORAS
Com ele, a mulher aprende a controlar o
músculo da pélvis e obter o seu relaxamento
na hora certa do parto. Nesta posição, a
grávida deve contrair e relaxar a pélvis, como
se estivesse segurando a urina.A atividade
também permite que o feto deslize melhor no
momento do nascimento


PONTE
Bom para evitar dor nas costas e no nervo ciático (no quadril), que costuma
incomodar as gestantes. Evita parto prematuro


SAPINHO
Bom para fortalecer os músculos abdominais e os da pélvis.Ajuda no controle
das forças na hora do parto


ALONGAMENTO
Para dor nas costas.
Sentada, a mulher
coloca as pernas
abertas para a lateral
e alonga para os lados
e para a frente


Outros Exercícios
Caminhada sem muito esforço
físico, hidroginástica, natação e
bicicleta (ergométrica)


Atividades Contra-Indicadas

Esportes competitivos, como basquete, vôlei, futebol
etc. Aeróbica de alto impacto. Durante a gravidez,
devido às ações hormonais e à retenção de líquidos, as
articulações ficam mais frágeis. Por isso, a grávida
deve evitar exercícios de alto impacto


Fonte: Hospital Santa Lúcia

0 Como nascem as espinhas

Elas podem surgir em todas as idades, nos bebês, adolescentes e adultos. Quem não sofreu com um comedão que evoluiu para uma pústula? O que são estas coisas de nomes estranhos? São os cravos e espinhas que costumam aparecer na face (na maioria dos casos), ombros e tronco. Existem mais de 50 tipos de doenças acnéicas , mas a forma mais comum é chamada de acne vulgar, que se manifesta sob na forma de cravos (comedões), espinhas (pápulas - elevações) e pústulas (espinhas, contendo pus). Nos casos mais graves, uma simples espinha pode se transformar num abscesso e/ou cisto, dando origem a cicatrizes, em graus variáveis. A acne, termo genérico utilizado para caracterizar essas lesões, na pele, possui várias causas: # entupimento dos poros por pele morta; # aumento da produção de sebo; # ação da bactéria Propionibacterium acnes; # outras alterações das células do folículo. Embora as espinhas apareçam em todas as idades, é na adolescência que elas são mais frequentes. Por que isto acontece? Porque, nesta fase, ocorre ajuste fisiológico (aumento e/ou diminuição) dos níveis hormonais. Estes causam a elevação do número das glândulas sebáceas que, em grande maioria, estão conectadas aos folículos pilosos, e produzem sebo. Acredita-se que, expulso através da abertura dos folículos, o sebo estimule as células da parede interna do poro, o que faz com que elas se desprendam e se agrupem, formando uma espécie de rolha: o tradicional cravo. Sebo e células favorecem o crescimento bacteriano, no interior do folículo. Estas bactérias podem produzir substâncias que causam a ruptura da parede folicular. Conclusão: sebo + bactérias + células descamadas da parede do poros expandem-se na pele, causando eritema (vermelhidão), edema (inchaço) e pus, ou seja, uma espinha "vermelhona". Mitos e cuidados Comer chocolate, estresse, lavar o rosto várias vezes ao dia, anticoncepcional, menstruação e produtos de beleza - nada disso causa espinha. No entanto, o mesmo não se pode dizer das vitaminas do complexo B (B1, B2, B6, B12). "É preciso ficar atento a estas vitaminas. Elas estão presentes nos alimentos industrializados (lácteos achocolatados, biscoitos vitaminados, iogurtes vitaminados, alguns tipos de macarrões orientais, etc.) e podem causar espinhas", diz o dermatologista Paulo Roberto dos Santos. Além das vitaminas do complexo B, os remédios utilizados no tratamento de tuberculose, também, podem desencadear o surgimento da acne. O dermatologista destaca que, no caso dos chocolates, há casos especiais. "Se uma pessoa é sensível aos chocolates e percebe que, ao comê-los, aparece alguma espinha ou aumenta o número delas, então, é melhor evitá-los". Outra orientação importante é: "nunca se deve manipular, coçar ou espremer as espinhas, nem fazer limpeza de pele em salões de beleza. O melhor é procurar um especialista antes que elas se transformem em lesões mais evoluídas e tragam problemas mais sérios." "Para tratar a acne é preciso, também, ter paciência, pois, o tratamento leva de dois a quatro meses para inativar a doença. Depois deste período, é necessário fazer manutenção para consolidar os resultados. O tratamento utiliza produtos tópicos (sobre a pele) e sistêmicos (medicamentos de ingestão pela boca, cujo objetivo é atuar no fenômeno inflamatório severo, local). Já a remoção das cicatrizes só é feita com o auxílio de peeling (soluções de ácidos fortes)", lembra o Dr. Paulo Roberto. Sol, faca de dois gumes A exposição ao sol, nos horários impróprios, entre 10 e 17h, pode causar queimaduras, envelhecimento precoce e câncer de pele, mas expor-se nos horários adequados, ajuda durante o tratamento da acne, defende Dr. Paulo Roberto. O ideal é tomar sol, sob orientação médica, para poder usufruir seus benefícios sem agravar a doença.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

0 ENDOMETRIOSE

INTRODUÇÃO

A endometriose é um transtorno comum que afeta a mulher durante sua vida reprodutiva. Isto ocorre quando o tecido endometrial que recobre a cavidade uterina - o endométrio - cresce fora desta. Este tecido erroneamente localizado fora do útero, pode implantar-se e crescer em qualquer parte da cavidade abdominal, ou raramente em locais distantes, tais como o umbigo e os pulmões. Este tecido pode crescer também em partes superficiais pequenas, sendo chamado de implantes; em nódulos penetrantes mais grossos, ou pode formar cistos no ovário chamados endometriomas.

A endometriose é altamente imprevisível. Algumas mulheres podem ter somente uns poucos implantes isolados que nunca se disseminam ou crescem, enquanto que em outras, a doença pode disseminar-se a través de toda a pelve.

A endometriose irrita o tecido circundante e pode promover o crescimento de aderências, tecido cicatricial em forma de uma “teia de aranha”. Este tecido cicatricial pode unir qualquer um dos órgãos pélvicos entre si, e em muitas ocasiões pode cobrí-los completamente.

Muitas mulheres que tem endometriose apresentam poucos sintomas, ou podem estar assintomáticas. Dessa forma, é muito comum a endometriose ser diagnosticada quando se realiza uma cirurgia pélvica por outras razões.
Em algumas mulheres, a endometriose pode causar cólicas menstruais severas, dor durante a relação sexual, infertilidade e outros sintomas.

A endometriose pode usualmente ser tratada com medicamentos ou com cirurgia, com a finalidade de preservar a fertilidade. No entanto, algumas pacientes podem ter sintomas tão severos que o útero e os ovários deven ser removidos cirurgicamente. Afortunadamente para a maioria das pacientes, existem tratamentos melhores disponíveis e a histerectomia (retirada do útero) é necesária em poucos casos mais graves.

Muitos especialistas crêm que a endometriose é encontrada mais freqüentemente em pacientes que nunca ficaram grávidas. Por esta razão, esta condição é algumas vezes chamada de “doença da mulher moderna”, porque as mulheres que trabalham fora de casa geralmente retardam a gravidez em alguns anos. No entanto, não podemos generalizar a endometriose tão simplesmente, pois algumas vezes afeta adolescentes ou mulheres que já tiveram filhos.

CAUSAS DA ENDOMETRIOSE

O Que Causa a Endometriose?

Várias teorias existem de como se origina a endometriose. A teoria mais popular é a da menstruação retrógrada (teoria de Sampson), que consiste na saída do fluxo menstrual para a cavidade pélvica a través das tubas (trompas) uterinas. De acordo com esta teoria, as células endometriais podem se implantar sobre os ovarios ou em qualquer parte da cavidade pélvica. Esta teoria é apoiada pelo fato de que as mulheres com anormalidades do trato reprodutivo que impedem o fluxo normal do sangue menstrual, tem uma probabilidade maior de desenvolver endometriose.

Outra possível explicação é que existam alterações leves no sistema imunológico, que é o responsável de retirar células anormais e bactérias do corpo. A menstruação retrógrada pode superar a capacidade do sistema imunológico de livrar-se das células endometriais depositadas na cavidade pélvica. Isto pode resultar na implantação e crescimento do tecido endometrial, resultando na endometriose. Pesquisadores têm reportado diferenças mensuráveis em várias células e substâncias químicas relacionadas com o sistema imune em algunas mulhres com endometriose.

As mulheres que tem irmãs ou a mãe com endometriose, têm uma incidência maior da doença. Se estes fatores correspondem às alterações no sistema imune, como se discutiu anteriormente, é desconhecido. Apesar de décadas de investigação, a razão pela qual algumas mulheres desenvolvem endometriose, enquanto outras não o fazem, não está completamente entendida.

SINTOMAS DA ENDOMETRIOSE

Cólicas Menstruais

Dismenorréia ou dor menstrual, pode ser um sintoma de endometriose.

A dismenorréia é dita primária, quando ocorre durante os primeiros anos da menstruacão, tende a melhorar com a idade e depois do primeiro filho; não está usualmente relacionada com endometriose. A dismenorréia secundária ocorre posteriormente na vida da mulher e piora com o passar do tempo. Deve ser considerada como un sinal de alarme de uma possível endometriose.

As cólicas mestruais são causadas por contrações do músculo uterino iniciadas por substâncias conhecidas como prostaglandinas, liberadas do tecido endometrial. As contrações facilitam a expulsão do sangue mestrual. Quando as prostaglandinas são liberadas durante a mestruação diretamente nos ovários ou em qualquer parte dentro da pelve, a dor pode ser intensificada devido à sensibilidade destes tecidos ao efeito das prostaglandinas.

A maioria das mulheres que sofrem de dismenorréia não tem endometriose. Uma característica paradoxal da endometriose é que o grau de dor não é um indicador válido da severidade da enfermidade. Algumas mulheres com endometriose extensa não apresentam absolutamente dor alguma, enquanto algumas com endometriose mínima relatam dores fortíssimas. Dois tratamentos muito efetivos estão disponíveis para melhorar as cólicas menstruais asociadas com endometriose. As pílulas anti-concepcionais bloqueiam a ovulação e a produção de progesterona, reduzindo assim a formação de prostaglandinas. Os inibidores de prostaglandinas bloqueiam a produção destas substâncias e reduzem ou eliminam a dor. Ibuprofeno, Naproxeno e Ácido Acteil-Salicílico (AAS) são amplamente usados como inibidores de prostaglandinas. Emboram melhorem a dor, não afetam o tecido endometrial e portanto não curam a endometriose. Uma mulher com endometriose pode notar que à medida que a doença progride, suas menstruações tornam-se mais dolorosas, ou a duração da dor é maior.

Atenção: Os medicamentos citados acima são apenas exemplos de tratamento e você não deve se auto-medicar, pois estas substâncias podem trazer sérios efeitos colaterais se mau-empregados.

Dor Durante a Relação Sexual (Dispareunia)

A endometriose pode produzir dor à relação sexual, uma condição conhecida como d i s p a re u n i a. O movimento da vagina durante as relações pode produzir dor em um ovário unido à parte superior da vagina por uma aderência, ou quando um dos nódulos de endometriose (endometrioma) estiver sobre um ligamento uterino. Localizados próximos à porção superior da vagina, os ligamentos uterossacros fixam a porção mais inferior do útero e do colo ao osso sacro, o osso triangular localizado na base da coluna vertebral. A dispareunia pode resultar de implantes de tecido endometrial sensíveis, localizados na base da pelve próximos à porção superior da vagina.

Sangramento Uterino Anormal

A maioria das mulheres que tem endometriose não apresenta anormalidades da menstruação. Ocasionalmente, a doença pode levar a sangramento vaginal em intervalos irregulares. A endometriose pode existir nos intestinos, na parede da bexiga, ou em cicatrizes cirúrgicas. Raramente, estes cistos podem liberar sangue dentro da bexiga ou do intestino durante o ciclo mestrual, causando sangramento na urina ou nas fezes.

Infertilidade

Em alguns casos a infertilidade é um sintoma de endometriose. Além disso, outros fatores tais como alterações da ovulação ou qualidade pobre do sêmen, podem estar envolvidos na infertilidade de um casal. Algumas mulheres que têm endometriose são capazes de engravidar, enquanto outras podem ser inférteis devido à endometriose isoladamente, ou em combinação com outros fatores.

A endometriose pode impedir a gestação de várias formas. A endometriose na pelve, por exemplo, pode inflamar o tecido vizinho e produzir o crescimento de um tecido cicatricial (aderências). As faixas de tecido cicatricial podem unir os ovários, as tubas e os intestinos entre si. As aderências podem interferir com as tubas uterinas. Se os ovários são separados das tubas, os oócitos (óvulos) podem ter dificuldades para alcançá-las depois da ovulação.

Os pesquisadores determinam outras possíveis causas que relacionam a endometriose com a infertilidade. Implantes localizados longe das tubas e dos ovários podem impedir a fertilidade e há evidências de que algo, talvez prostaglandinas ou outras substâncias produzidas por estes implantes, podem interferir na ovulação, com a entrada do oócito na tuba e com a fertilização. Os estudos mostraram que o risco de aborto espontâneo é maior em mulheres com endometriose não tratada. Atualmente não se sabe porquê a endometriose causa um risco maior de aborto. Além disso, substâncias químicas que podem ser tóxicas para o embrião foram achadas no líquido abdominal de mulheres com endometriose. Mudanças também, possívelmente no sistema imune seriam capazes de explicar o risco maior de abortar.

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico de endometriose não pode ser feito unicamente pelo sintomas. Seu médico pode suspeitar da doença caso você tenha problemas de infertilidade, cólicas menstruais ou dor severa durante a relação sexual.

Exame Pélvico

Certos achados num exame pélvico podem levar seu médico a suspeitar de endometriose. Um sinal que sugere o diagnóstico de endometriose é a sensação de nódulo palpável ao longo do ligamento útero-sacro, que o médico pode perceber durante uma combinação do exame vaginal e retal. Os nódulos são freqüentemente sensíveis à palpação. Um ovário aumentado pode indicar um endometrioma, especialmente se o médico percebe que o ovário é fixo. Ocasionalmente, implantes endometriais podem ser visíveis na vagina ou no colo uterino. O médico pode suspeitar de endometriose baseado no histórico médico e nos resultados do exame pélvico, mas não pode confirmar sua presença sem estudos adicionais.

Videolaparoscopia

A laparoscopia é um procedimento cirúrgico que permite ao médico olhar dentro da pelve e inspecionar os órgãos reprodutivos, verificando a presença de endometriose.

A maioria dos médicos confirma a endometriose pela laparoscopia antes de estabelecer um tratamento. Aliás, à luz do fato que a endometriose ocorre freqüentemente sem sintomas, muitos médicos recomendam a laparoscopia como parte do processo diagnóstico de todas as mulheres inférteis. Particularmente, prefiro indicar esta cirurgia em casos selecionados, para não submeter as pacientes a um risco desnecessário.

Durante o procedimento, uma câmera fina com fornecimento de luz, chamado laparoscópio, é inserida na cavidade abdominal por uma incisão pequena no umbigo. Ao olhar pelo laparoscópio, o cirurgião pode ver a superfície do útero, as tubas uterinas e outros órgãos pélvicos. O médico então pode confirmar a presença de endometriose visualmente e determinar sua severidade.

Um fragmento pequeno de endometriose pode ser retirado neste momento para exame microscópico. Esta é a chamada biópsia. A quantidade de endometriose vista pelo laparoscópio é registrada por uma contagem numérica. A contagem é baseada na quantidade superficial ou profunda de doença achada na pélve. Por uma contagem numérica, o estágio da doença é calculado por um sistema estabelecido, que divide a endometriose em quatro estadios: mínimo (I), leve (II), moderada (III) ou severa (IV).

Por exemplo, uma contagem de menos que 15 pontos, indica endometriose mínima ou leve e uma contagem superior a 15 indica uma doença moderada ou severa. Este sistema é útil para determinar qual o tratamento necessário.

Em alguns casos, o médico pode decidir tratar a doença durante a laparoscopia. Se assim fizer, ele pode fazer outras incisões pequenas no abdômen e inserir instrumentos adicionais. Por exemplo, o cirurgião pode drenar o líquido do cisto do ovário, cortar o tecido cicatricial (aderência), ou queimar ou vaporizar o tecido endometriótico com o raio laser. Também durante a laparoscopia, a permeabilidade das tubas uterinas pode ser determinada. Isto é executado injetando tinta (azul de metileno) pelo colo do útero (cromotubagem), que sairá para a cavidade pélvica pelas tubas uterinas.

Outros Procedimentos Diagnósticos

Em casos especiais, seu médico pode usar outras técnicas diagnósticas por imagem, tal como o ultra-som, tomografia computadorizada ou ressonância magnética, para alcançar mais informações sobre a extensão da doença. Estes procedimentos podem identificar cistos ou líquido dentro dos ovários e normalmente eles são executados num departamento de radiologia de um hospital, num centro de diagnóstico por imagem ou num consultório médico equipado.

Exames de Sangue Para Endometriose

Estudos recentes indicam que as mulheres com endometriose podem ter quantidades aumentadas de uma substância química chamada CA-125 em seu sangue. As investigações indicam que a quantidade de CA-125 aumenta à extensão que a severidade da doença piora. Infelizmente este exame não é específico para endometriose e pode ser positivo em outras doenças, tal como miomas, infecções, cirurgia recente e câncer. Nem todas as mulheres que têm endometriose têm um exame de CA-125 positivo, especialmente as com doença leve. Portanto, normalmente ele não é utilizado para detectar a endometriose. Outros exames de sangue estão sendo desenvolvidos para poder ser mais específicos para o diagnóstico da endometriose.

Resumindo, o fato de ter uma dosagem de CA-125 normal não significa que não existe endometriose.

TRATAMENTO

Seu médico levará em consideração todos os sintomas, exame físico e os resultados dos exames de imagem antes de recomendar um tratamento. As mulheres com endometriose que têm poucos ou nenhum sintoma, podem não necessitar de medicação. Os implantes endometriais pequenos podem permanecer estáveis ou ainda desaparecer. Pode ser recomendado um tratamento hormonal, uso de medicação, cirurgia ou ambos.

Os médicos freqüentemente aconselham a paciente com endometriose a continuar com seus planos de engravidar. Muitos pesquisadores acreditam que a gravidez inibe o crescimento da endometriose e até causa sua regressão.

Medicação Hormonal

O propósito do tratamento hormonal é simular a gestação ou a menopausa, duas condições naturais em que é sabido que a doença é inibida. Com ambos os tratamentos, o endométrio deixa de ser estimulado a crescer em cada ciclo mestrual e a mestruação pára. O crescimento do tecido ectópico (fora do útero) endometrial (endometriose) normalmente também será suprimido.

Anticoncepcionais (Contraceptivos) Orais

Para simular o ambiente da gestação, seu médico pode prescrever pílulas anti-concepcionais. Um regime muito efetivo para o tratamento da endometriose é tomar as pílulas continuamente sem interrompê-las, evitando o sangrado causado por sua parada. Se ocorre sangramento, a dose pode ser aumentada. Os efeitos colaterais associados com estas doses altas incluem náusea, retenção de água e sangramento vaginal irregular.

Complicações mais sérias como derrame cerebral, problemas vasculares e doenças do coração são raros, mas foram reportados em mulheres suscetíveis. Como anti-concepcionais, as pílulas são administrados uma por dia por três semanas, seguida de uma semana sem pílulas, para permitir o fluxo menstrual. Muitos médicos acreditam que as pílulas anti-concepcionais usadas desta maneira podem prevenir a progressão da endometriose, mas isto não foi comprovado.

Atenção: não inicie o uso de pílulas sem consultar seu médico. Elas podem causar efeitos colaterais severos, até mesmo com risco de morte.

Danazol

Este medicamento é um produto hormonal que era muito usado para o tratamento da endometriose. Durante o tratamento com danazol, os níveis estrogênicos freqüentemente são reduzidos a níveis baixos, semelhantes ao da menopausa natural. Este estado freqüentemente é chamado pseudo-menopausa. Acredita-se que o danazol atua indiretamente ao afetar os hormônios que causam a ovulação, produzidos pelo cérebro e diretamente afeta os implantes de endometriose.

O danazol é semelhante aos hormônios masculinos e pode ter efeitos colaterais. Entre outros, são incluídos: engrossamento da voz, crescimento anormal de pêlos na face, redução no tamanho das mamas, retenção de água, ganho de peso, acne, dores musculares e sangramentos menstruais irregulares. O danazol controla a dor na maioria das pacientes com doença menos extensa e pode eliminar implantes pequenos de endometriose. Infelizmente, endometriomas grandes no ovário (cistos) são geralmente resistentes à droga. O danazol é um medicamento caro, normalmente receitado por seis meses.

Atualmente não é mais utilizado, pois seus benefícios são pequenos se comparados a outros medicamentos.

Análogos do GnRH

Os análogos do GnRH compreendem a classe mais recente de hormônios para tratar a endometriose. Depois de algumas poucas semanas de tratamento, o uso do análogo causa uma diminuição dos hormônios da glândula hipófise (pituitária), que age diretamente no ovário para liberar estrogênios. Conseqüentemente à queda de estrogênios a níveis de menopausa, a ovulação não ocorre, o endométrio não cresce e a mestruação cessa. Isto resulta num estado chamado de pseudo-menopausa, ou menopausa reversível.

Os efeitos colaterais destas drogas são associados com a perda dos estrógenos e incluem ondas de calor, secura vaginal, perda da libido e perda do cálcio ósseo. O medicamento normalmente é administrado por três ou seis meses, com uma injeção única ou mensal, ou pelo uso diário de um aerosol nasal. São mais efetivos do que o danazol na melhora da dor e em alcançar a gestação. Como no uso do danazol, os endometriomas grandes de ovário são geralmente resistentes aos análogos do GnRH.

Progestágenos

Algunos médicos utilizam progestágenos para tratar a endometriose. Os progestágenos são drogas sintéticas similares às progesteronas prescritas como pílulas ou injeções. Os efeitos colaterais incluem retenção de água, alterações no humor e sangramento vaginal irregular. São consideravelmente menos custosos que os outros medicamentos. Um problema especial com a forma injetável é que ela pode inibir a fertilidade por um período de tempo imprevisível depois que se suspende o tratamento.

Um outro método de administração de progesterona é a utilização de DIU hormonal (dispositivo intra-uterino com progesterona). Estudos recentes têm demonstrado bons resultados com o uso do DIU no alívio dos sintomas da endometriose, mas os dados são controversos quanto aos resultados de gravidrz.

Cirurgia

O tratamento da endometriose com medicamentos tem limitações definidas. O medicamento normalmente controla a dor leve ou moderada e pode eliminar implantes pequenos da doença.

Porém, cistos endometrióticos grandes no ovário respondem menos e as drogas não podem eliminar as aderências. A cirurgia retira as aderências, implantes ou endometriomas e pode ser necessária para aliviar a dor e melhorar a fertilidade. Mesmo com a cirurgia, nem toda a endometriose pode ser eliminada e algumas vezes terapia medicamentosa pós-operatória deve ser usada.

Como foi descrito previamente, a laparoscopia pode ser utilizada como uma ferramenta terapêutica. Por exemplo, o líquido pode ser drenado e implantes pequenos de endometriose podem ser destruidos utilizando-se de um laser ou corrente elétrica. Cirurgia mais extensa é exigida quando o tecido cicatricial (aderências) é denso e envolve estruturas delicadas.

Alguns pacientes necessitam de uma combinação de procedimentos médicos e cirúrgicos. Se uma mulher infértil com endometriose não alcança uma gestação, mesmo depois de tratamento médico cirúrgico, a fertilização in vitro, pode ser uma opção.

Enquanto a maioria das pacientes apresenta melhora com o tratamento, entre 25 e 50 por cento delas desenvolvem sintomas de recorrência entre 5 a 10 anos depois de completar a terapia inicial. Para um número pequeno de pacientes que tiveram sucesso com o tratamento e que atingiram seu desejo reprodutivo, os ovários podem ser retirados para melhorar a dor severa persistente. O útero normalmente é retirado ao mesmo tempo (histerectomia). A remoção de ambos os ovários reduz a possibilidade de recorrência, embora isto leve a mulher a um estado de deficiência estrogênica ou para menopausa.

Para prevenir a perda de cálcio ósseo e outros sintomas menopausais devidos à deficiência de estrógenos, a maioria destas pacientes necessita de terapia de estrogénica de reposição subseqüente. A freqüência de recorrência da endometriose com a terapia de reposição hormonal é muito baixa e os benefícios da terapia estrogênica são normalmente muito maiores que os riscos potenciais.

Gestação

Embora as estatísticas não sejam conclusivas com referência à eficácia da gestação como terapêutica, muitos especialistas observaram que a endometriose freqüentemente diminui durante a gravidez. Estes pesquisadores acreditam que o ambiente hormonal produzido pela gestação normalmente inibe a doença. Ademais, a doença pode retornar algum tempo depois da gestação. No entanto, muitas mulheres têm dificuldade em alcançar a gestação quando apresentam a endometriose.

Implicações Psicológicas

A endometriose é uma doença que tem conseqüências emotivas para as mulheres. A dor as debilita, afetando seu trabalho e altera suas atividades normais. A relação sexual pode ser dolorosa e algumas mulheres perdem interesse no sexo para evitar as inconveniências. Além do mais, o tratamento hormonal para a endometriose pode afetar a sexualidade (diminuição da libido) e causar problemas emotivos.

Os efeitos colaterais destes medicamentos, especialmente algum deles que imitam a menopausa, podem causar depressão e inibir o desejo sexual em algumas mulheres. A compreensão e apoio do parceiro, da família e de amigos é importante para todas as mulheres com endometriose. Grupos de apoio foram formados para ajudar as mulheres com endometriose e podem estar disponíveis em sua região e até mesmo na Internet.

CONCLUSÃO

A endometriose é uma doença que afeta milhões de mulheres em todo o mundo. Para muitas, a condição passa despercebida, mas para outras exige atenção profissional, especialmente quando compromete a fertilidade ou a dor afeta o estilo de vida. Escolher um médico qualificado e que está familiarizado com os últimos desenvolvimentos na gerência da endometriose é sua melhor estratégia. O médico que você escolheu lhe recomendará o melhor tratamento baseado na sua situação específica e pessoal.


Para mais informações visite o site: Bebe de Proveta

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

0 Exercícios físicos com bambolê que prometem deixar bumbum, coxas, abdome e braços definidos

Confira uma sequência de exercícios físicos que prometem deixar bumbum, coxas, abdome e braços definidos com a ajuda do bambolê. Volte à infância e uso o bambolê a favor da boa forma Foto: Shutterstock Reviva sua infância e garanta bumbum, coxas, abdome e braços definidos nesta aula com bambolê. "Pratique em dias alternados, quatro séries de 12 repetições para cada exercício", ensina alvaro Junior, coordenador técnico da academia runner (SP). Ilustração: Luda Lima 1. Quadril reduzido Segure o bambolê na cintura e distribua o peso do seu corpo nas duas pernas. Gire o aro com as mãos e mantenha a rotação jogando o quadril para os lados, enquanto alterna o peso do corpo em cada perna. 2. Cintura fina Com os pés unidos e os joelhos semiflexionados, incline o tronco para a frente e apoie o aro na cintura. Gire-o e, para mantê-lo dando voltas, estique e dobre os joelhos. fique com o abdome contraído. Ilustração: Luda Lima 3. Pernas definidas Fique de pé ao lado do aro. Pule para dentro dele, afastando ligeiramente os pés, e faça um agachamento até tocar as mãos no bambolê. Saia do círculo com outro impulso pelo outro lado. 4. Braços durinhos Com os pés unidos, apoie o aro no punho esquerdo e deixe o braço esticado para a frente. Comece a girar o bambolê em sentido horário, enquanto sobe o braço até a cabeça. repita com o lado direito.

terça-feira, 23 de julho de 2013

0 O nome da primeira menstruação é menarca


O nome da primeira menstruação é menarca e ela ocorre por volta dos 12 anos de idade. Como não há uma data fixa para vir, algumas meninas podem começar a menstruar aos 8 ou 9 anos, devido a fatores hormonais, ao estilo de vida e à alimentação. Sinais e sintomas da primeira menstruação Alguns sinais e sintomas que podem indicar a vinda da menstruação pela primeira vez são: Crescimento de pêlos pubianos; Crescimento das mamas; Aumento dos quadris e Aumento ligeiro do peso. Durante a menstruação é normal que a menina sinta dores na região abdominal e fique mais triste, irritada, chorosa ou sensível. Isso ocorre devido às alterações hormonais que acontecem nesta fase e basta tomar um comprimido de Atroveran ou de Buscopan para aliviar este desconforto. (Atenção use medicamento somente com orientação médica.) Ter cuidado com alergias a medicamentos. Cor da primeira menstruação A cor da primeira menstruação é escura ou marrom, mas o ideal é que ela seja rosa ou vermelho vivo na maior parte das vezes. A menstruação mais escura que o normal ocorre devido às alterações hormonais e geralmente não representa nenhum problema de saúde. Quanto tempo dura a menstruação A menstruação dura entre 3 a 8 dias dependendo do organismo de cada mulher e em geral, 30 dias após o seu fim há uma nova menstruação. Mas é normal que após a primeira menstruação, a segunda e a terceira demorem mais tempo para descer. Também é normal que a menstruação fique irregular nos primeiros anos do ciclo menstrual, tornando-se cada vez mais regular com o passar do tempo. Por norma, a mulher deverá menstruar todos os meses até por volta dos 50 anos de idade, quando ela entrar na menopausa. Cuidados com a menstruação Durante toda a menstruação a mulher deve ter o cuidado de usar um absorvente para reter o sangue perdido. Existem 2 opções de absorventes: interno ou externo. Seja qual for o escolhido, ele deve ser trocado em média a cada 3 horas. Durante a menstruação pode-se continuar com todas as atividades da vida diária não sendo necessário parar de fazer nenhuma delas e se a menina ainda for virgem, ela não necessitará de ir ao médico ginecologista. Entretanto, a partir do momento em que deixar de ser virgem, ela deverá ir ao ginecologista para verificar a sua saúde fazendo exames na região genital. Dicas para a primeira menstruação Algumas boas dicas para a sua primeira menstruação e todas as outras são: Ter sempre 3 ou 4 absorventes dentro da bolsa ou da mochila; Ter um pacote de lenços umedecidos; Ter outra calcinha para trocar, se necessário. Para evitar o constrangimento caso outra pessoa mexa na sua bolsa, coloque estes ítens dentro de uma bolsinha (necessaire). A menstruação é o símbolo da fertilidade da mulher e depois da primeira menstruação a menina deve saber que não deverá ter nenhum contato íntimo com os meninos sem usar preservativo pois poderá engravidar e adquirir doenças sexualmente transmissíveis.

domingo, 2 de janeiro de 2011

1 7 Dicas para a Depilação



1: Tome um banho antes de depilar

Apesar do pêlo feminino ser mais fino que o masculino, ainda assim pode ser tão resistente como um arame. Submergir em uma banheira cheia de água quente ou tomar uma ducha de dois ou três minutos amaciará o pêlo, facilitando muitíssimo a depilação. De qualquer maneira, você deve ter em mente que depois de 15 ou 20 minutos de estar exposta à água, a pele pode começar a enrugar, o que dificultará uma boa depilação.



2: Aplique muito gel.
Depois de lavar as pernas e axilas para remover a gordura natural e a transpiração, aplique um gel umectante que não seja à base de sabão, como Satin Care para Mulheres da Gillette, que manterá seu pêlo umedecido e permitirá que a lâmina deslize suavemente sobre a pele. Não confie em sabonetes para umedecer sua pele, porque não retêm a umidade como um gel, e podem fazer com que o aparelho de depilar não deslize bem. Além disso, muitas vezes causam ressecamento.


3: Escolha o aparelho correto.

É importante escolher um aparelho de depilar de qualidade, que não machuque a pele. Prestobarba3 Feminino, da Gillette, combina um cabo emborrachado antideslizante, uma cabeça móvel e 3 lâminas Comfort Blades, além de uma fita lubrificante com Vitamina E, óleos botânicos e Aloe Vera. Todos estes elementos colaboram para oferecer um excelente controle e uma depilação super suave.


4: Depile-se com uma lâmina NOVA.

Utilizar lâminas de depilar novas garante uma depilação mais precisa, suave e confortável. Também reduz possíveis cortes e irritação. Diante do primeiro sinal de falta de fio ou incômodo, você deve trocar as lâminas.

5: Não pressione demais.

Faça movimentos suaves e leves, pressionando o menos possível. Além disso, se você vai depilar a área do biquíni ou outras áreas sensíveis, não se esqueça de aplicar suficiente gel umectante.


6: Deixe as áreas mais difíceis de depilar para o final.

Geralmente é difícil depilar a parte posterior dos joelhos, as coxas e áreas como os tornozelos, onde os ossos estão muito rentes à pele. Para facilitar o trabalho, deixe estas zonas para o final para que permaneçam de molho o maior tempo possível. Assim, estes pêlos ficarão mais macios e serão mais fáceis de cortar.


7: Hidrate, hidrate e hidrate.

O segredo para prevenir ressecamento e escamação da pele é a hidratação. Ao finalizar a depilação, aplique um hidratante sem álcool.

Fonte: gillettefemenina

sábado, 1 de janeiro de 2011

0 Ácido Retinóico: a vitamina que faz maravilhas para a pele


A origem do uso do ácido retinóico está na descoberta da vitamina A no início do século XX. Temos necessidade diária de um consumo de 5.000 unidades de vitamina A, facilmente encontrada em vegetais amarelos e verdes. A deficiência da vitamina A provoca visão embaçada e faz com que a pele fique seca, avermelhada e descamada.

Durante a década de 30 a vitamina A foi utilizada em altas doses para tratar doenças da pele, mas seus efeitos colaterais (como dor de cabeça, zunido no ouvido, lábios cortados e ressecados, dores articulares e queda de cabelo) além da toxidade no fígado se usada em altas doses limitaram o seu uso.
Vegetais como a cenoura são uma fonte natural de Vitamina A, de onde vem o ácido retinóico.

Vegetais como a cenoura são uma fonte natural de Vitamina A, de onde vem o ácido retinóico.

Devido a essa alta toxicidade é que a vitamina A natural em altas doses foi abandonada e se começou a buscar derivados sintéticos. A Isotretinoina oral foi o primeiro derivado sintético da vitamina A aprovado nos EUA para tratamento da acne cística. Na mesma época o etretinato foi liberado para tratamento da psoríase.

Diferentemente desses dois derivados citados o ácido retinóico (tretinoina) é um metabólico natural da vitamina A. É a vitamina A ácida, a principal forma da vitamina encontrada na pele. Seu efeito se dá sobre o DNA da célula da pele, aumentando a capacidade de renovação da pele.

O primeiro uso do ácido retinóico tópico foi para o tratamento da Acne, com o tempo os pacientes relataram uma diminuição nas rugas, especialmente as mais finas, com o uso prolongado do medicamento.

Com a experiência clínica foi-se percebendo que todos os efeitos do fotoenvelhecimento (envelhecimento da pele devido à exposição ao Sol) podem ser diminuídos com o uso prolongado do ácido retinóico em gel ou creme. Ou seja, pode-se diminuir manchas e rugas. Além disso a pele fica mais fina, com uma coloração mais rosada, parecendo mais jovem. As células com pigmento são melhor distribuídas e diminui o agrupamento de tecido elástico com regeneração do colágeno.

Como efeitos adversos, principalmente depois das primeiras aplicações, o produto pode trazer ressecamento, vermelhidão e descamação da pele.

O grande problema do ácido retinóico é a que ele aumenta a sensibilidade da pele ao Sol: os pacientes devem usar filtro solar com FPS alto, aplicar o produto à noite e interromper o tratamento pelo menos 48 horas antes de se expor ao sol.

Na verdade o ácido retinóico deixa a pele mais sensível a tudo, especialmente perfumes e cosméticos, então durante o tratamento deve-se limpar a pele com sabonete neutro.
Tratamentos com ácido retinóico precisa de acompanhamento médico.

Tratamentos com ácido retinóico precisa de acompanhamento médico.

Existem derivados do retinóico com ação semelhante e menos restrições, como o tazacopeno. ”Os resultados são iguais e não há fotossensibilidade, mas ele não é encontrado no Brasil, e por isso o preço é alto”, comenta Otávio Macedo.

Além do tratamento para acne e para combater os efeitos do envelhecimento, o ácido retinóico também é usada no tratamento de estrias , e os bons resultados aparecem especialmente nas estrias mais recentes, de coloração avermelhada.

É importante lembrar que o ácido retinóico é um medicamento que necessita de prescrição e um acompanhamento constante de um dermatologista. Já o Retinol (nome que se dá a forma álcool dessa vitamina) pode ser usado em cosméticos (sem prescrição) e com efeitos bem menores se comparados ao ácido retinóico.

Na gravidez e na amamentação, o ácido retinóico é proibido: passa pelo leite, causa malformação no feto e pode afetar o desenvolvimento do bebê. Os resultados não são imediatos, deve-se usar o produto constantemente por pelo menos 6 meses para ver bons resultados.

Uso doméstico – O ácido retinóico não pode entrar na formulação de cosméticos, mas pode ser prescrito pele dermatologista para uso em casa, em concentrações baixas como 0,025% e 0,05%. Por ser extremamente fotossensível, só pode ser usado á noite.

Uso em consultório – O retinóico já foi mais requisitado para peelings, em concentrações de 1% a 5% em sessões semanais. Hoje, com a concorrências de substancias mais modernas e rápidas, ele esta sendo mais utilizado para complementar a ação de outros ácidos ou peelings.
Os medicamentos com ácido retinóico podem ser prescritos na forma manipulada, com a concentração ideal para cada tipo de pele e fase do tratamento. Existem duas formulações comerciais com o composto: o Vitanol A e o Retin-A

Além do uso estético, por atuar no DNA celular o ácido retinóico também tem sido usado de maneira promissora no tratamento de formas de câncer especialmente na pele e na bexiga (mas há estudos sendo feitos com sua aplicação também em outros tipos de tumores).

Fonte: bulledebeaute

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

0 Endometriose


Endometriose é uma doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e que consiste na presença de endométrio em locais fora do útero.

Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação.

Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas ( atrás do útero ), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga, e parede da pélvis.

Acometendo cerca de 10% das mulheres em todo o Mundo e diminuindo substancialmente sua qualidade de vida, uma vez que a dor pélvica é freqüente e muitas vezes incapacitante até para as tarefas mais simples, ela é considerada uma doença importante sendo inclusive objeto da realização de congressos mundiais.

Causa

Há diversas teorias sobre as causas da endometriose. A principal delas é que, durante a menstruação, células do endométrio, camada interna do útero, sejam enviadas pelas trompas para dentro do abdômen.

Há evidências que sugerem ser uma doença genética. Outras sugerem ser uma doença do sistema de defesa.

Na realidade sabe-se que as células do endométrio podem ser encontradas no líquido peritoneal em volta do útero em grande parte das mulheres.

No entanto apenas algumas mulheres desenvolvem a doença.

Tratamento

O tratamento cirúrgico pode ser feito com laparotomia ou laparoscopia. Os implantes de endometriose são destruídos por coagulação à laser, vaporização de alta freqüência, ou bisturi elétrico. A decisão cirúrgica é importante. A maior parte dos sucessos terapêuticos ocorrem após uma primeira cirurgia bem planejada. Cirurgias repetidas são desaconselhadas pois aumentam a chance de aderências peritoneais tão prejudiciais como a própria doença.
O tratamento clínico de formas brandas em mulheres que não pretendem engravidar pode ser feito com anticoncepcionais orais ou injetáveis. Há um certo consenso entre os estudiosos que o pior a fazer é não fazer nada já que a doença pode ser evolutiva.

Em mulheres que pretendem engravidar o tratamento pode ser feito com cirurgia e tratamento hormonal ou tratamento hormonal e depois cirurgia. No entanto, trabalhos atuais, mostram que em mulheres com endometriose e que não conseguem engravidar a melhor alternativa é a Fertilização in vitro e que a presença de endometriose não afeta as taxas de gravidez quando este método é escolhido.

O mais importante no tratamento da endometriose é o planejamento das ações terapêuticas em comum acordo com o planejamento da gravidez pelo casal.

Em casos muito severos a gravidez só será possível através de técnicas de fertilização assistida e inseminação artificial.

Fonte: Dr. Sérgio dos Passos Ramos médico especialista em Ginecologia e Obstetrícia, formado na Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

domingo, 14 de novembro de 2010

3 Corrimento vaginal - Vaginite


O corrimento vaginal, problema comum entre as mulheres também chamado de vaginite, é uma inflamação da mucosa vaginal geralmente associada com irritação e infecção da vulva chamada de vulvovaginite. A vaginite pode ser assintomática, mas geralmente apresenta coceira e irritação na vagina. Caso o corrimento vaginal? seja causado por organismos infecciosos como clamídia, a infecção pode progredir através do útero para as trompas de falópio e ovários, havendo o risco de causar infertilidade. O corrimento vaginal decorrente do HPV pode eventualmente aumentar o risco de carcinoma cervical.

Sintomas do corrimento vaginal

Uma mulher com corrimento vaginal pode ser coceira e queimação e notar descarga vaginal. Em geral os sintomas da vaginite são:
- Irritação e/ou coceira na área genital.
- Inflamação (irritação, vermelhidão e inchaço causados pela presença extra de células do sistema imunológico) dos grandes lábios, pequenos lábios e área periférica.
- Descarga vaginal (corrimento de líquido pela vagina).
- Odor diferente na vagina.
- Desconforto ou queimação ao urinar.
- Dor e irritação durante o ato sexual.
- Sono excessivo.

Causas e tipos do corrimento vaginal

As diferentes formas de corrimento vaginal e suas causas são:

Vaginite infecciosa

A vaginite infecciosa responde por 90% de todos os casos de corrimento vaginal em mulheres em idade reprodutiva. As três causas principais são:
- Candidíase - infecção causada pelo fungo Candida albicans.
- Tricomoníase - infecção pelo protozoário Trichomonas vaginalis.
- Vaginite bacteriana - causada pelo bactéria Gardnerella.

Outras causas menos comuns de vaginite infecciosa são: gonorréia, clamídia, micoplasma, herpes, campilobactéria e alguns parasitas.

Vaginite hormonal ou atrófica

A vaginite hormonal, ou atrófica, ocorre principalmente e mulheres depois da menopausa ou depois do parto. Algumas vezes vaginite hormonal pode ocorrer em garotas antes da puberdade. Vaginite atrófica ocorre pela falta de estrógeno.

Vaginite por alergia ou irritação

A vaginite por irritação pode ser causada por alergia a preservativos, espermicidas, sabonetes, perfumes, lubrificantes e sêmen. Também pode ser ocasionada por abrasão, tecidos, tampões e medicamentos tópicos.

Vaginite por corpo estranho

Corpos estranhos, geralmente tampões ou preservativos retidos na vagina, podem causar corrimentos vaginais extremamente mal-cheirosos. O tratamento consiste na remoção do corpo estranho e geralmente tratamento posterior não é necessário.

Papel das doenças sexualmente transmissíveis (dst) no corrimento vaginal

Doenças sexualmente transmissívies (DST) podem causar corrimento vaginal. Teste para clamídia e gonorréia devem ser feitos sempre que uma adolescente sexualmente ativa queixa-se de corrimento vaginal, ainda que o cervix apareça normal.

Cor do corrimento vaginal

A cor do corrimento pode indicar o agente causador.

- Vaginite por candidiase geralmente causa corrimento aquoso e branco, que gera irritação na vagina e pele ao redor.
- Vaginite atrófica geralmente causa corrimento sem odor, vagina seca e relação sexual dolorosa.
- Vaginite bacteriana geralmente causa corrimento com odor parecido ao de peixe. Está associada a coceira e irritação, mas não há dor durante o ato sexual.
- Vaginite por tricomoníase pode causar corrimento profuso com odor semelhante a peixe, dor ao urinar, ato sexual doloroso e inflamação nos genitais externos.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito com microscopia e cultura do corrimento depois de um cuidado exame físico e histórico de saúde.

Complicações do corrimento vaginal

- Desconforto persistente.
- Infecção da superfície da pele.
- Complicações decorrentes da condição que causou o corrimento (como infecção por cândida ou gonorréia).

Tratamento do corrimento vaginal

A causa da infecção determina o tratamento apropriado, o qual pode incluir antibióticos orais ou tópicos, cremes fungicidas ou bactericidas, ou medicamentos similares. Creme contendo cortisona pode ser usado para aliviar a irritação. Se reação alérgica estiver envolvida, anti-histamina pode ser receitada. Para mulheres que têm irritação e inflamação causadas por baixo nível de estrogênio, um creme tópico contendo estrogênio pode ser usado.

Fonte:copacabanarunners.net

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

0 Dor de coluna um problema mundial


Dor de coluna: um problema mundial
Muitas situações têm origem numa postura incorreta

A coluna vertebral é o eixo do corpo humano e pode apresentar diversos problemas, pois é exigida em quase todos os movimentos. Ela sustenta, amortece e transmite o peso corporal. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 80% da população mundial terá, pelo menos, duas crises de dor na coluna durante a vida.

Segundo um levantamento da Universidade de Brasília (UnB), realizado junto aos registros de trabalhadores no INSS, os problemas de coluna estão em primeiro lugar no ranking dos motivos de afastamento do trabalho. Em segundo lugar aparecem os traumatismos do punho e da mão.

De acordo com a fisioterapeuta Patrícia Gomes, as doenças da coluna têm origem em vários fatores, como impactos, herança genética, entre outros, mas, muitas vezes, são decorrentes de uma postura errada. “Se as pessoas ficarem atentas no seu dia a dia, poderão evitar muitas situações desagradáveis, eliminando os agentes causadores desses problemas. Um profissional que trabalhe o dia todo num computador, por exemplo, deve se preocupar com a cadeira adequada, com as costas formando um ângulo de 90 graus, e com as pernas e os joelhos também formando ângulos de 90 graus. O monitor deve ficar na altura dos olhos e os antebraços devem estar sempre apoiados”, orienta.

Controle de peso é fundamental, afinal, os quilos adicionais sobrecarregam a coluna vertebral. “Na hora de dormir, o ideal é a pessoa adotar a postura fetal, ou seja, deitar de lado, colocando alguns travesseiros embaixo dos joelhos, promovendo uma redução da pressão exercida sobre a coluna lombar. É recomendável evitar dormir com a barriga voltada para baixo (posição de bruços)”, acrescenta Patrícia.

No dia a dia, a pessoa deve evitar carregar muito peso. “É recomendável sempre dividir os embrulhos ou sacolas em dois blocos, um em cada braço. Fica até mais fácil para carregar. Caso seja obrigado a transportar um objeto muito pesado, carregue-o o mais próximo do corpo”, aconselha a fisioterapeuta.

Quando estiver caminhando, o indivíduo deve procurar ficar na postura mais reta possível, não deixando os ombros caírem. “As donas-de-casa devem observar a altura do cabo da vassoura. Não ficar com o corpo curvado quando estiverem varrendo. O varal de roupas não deve ter a menor altura muito acima da cabeça. Para pegar um objeto no alto, o melhor é subir num banco ou escada. Na hora de deslocar itens pesados, empurrar é melhor do que puxar. Caso seja muito pesado, não se deve ter vergonha de solicitar ajuda”, orienta a especialista.

Quem pratica uma atividade física deve sempre ter a orientação de um profissional. “Antes de qualquer exercício, é primordial fazer um alongamento e um aquecimento. Quando for dar uma caminhada, o melhor calçado é um tênis que absorva alto impacto”.

Principais problemas da coluna

Hipercifose - É um desvio da coluna, mais observado quando a pessoa está de lado, pois as costas ficam arqueadas, o tórax retraído e os ombros projetados para frente;

Hiperlordose - É um desvio da coluna característico na região da bacia, que provoca uma curvatura exagerada;

Escoliose - A coluna apresenta uma ou mais curvaturas para os lados, caracterizando uma deformidade. Surge por causa da má postura;

Hérnia de disco intervertebral - A parte mais central do disco, que se localiza entre as vértebras, sai da estrutura da coluna, causando dores muitos fortes. Pode ocorrer paralisação dos membros;

Artrose - Muito conhecida pelo nome popular de bico-de-papagaio. É provocada pelo atrito entre as vértebras. Com o tempo, surge uma espécie de calcificação, que pode comprimir alguns vasos sanguíneos ou nervos;

Lombalgia - É a popular dor nas costas. Trata-se de um conjunto de manifestações dolorosas na região lombar (parte mais inferior da coluna).

Por David Telles
davidtelles@arcauniversal.com

Agência Unipress Internacional

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

0 Aumentar os seios sem silicone. É possível?


Aumentar os seios sem silicone. É possível?
Tratamento estético pode aumentar até dois números do seu manequim
Algumas mulheres olham no espelho e não se contentam com o tamanho dos seus seios.
O silicone é uma alternativa para mudar a situação, mas muitas tem medo da cirurgia ou teme em não encontrar um profissional capacitado para realizar o procedimento.
Um método de preenchimento está sendo realizada pelos melhores profissionais do país, a técnica do Macrolane, ou seja, um processo de aumento de seio com ácido hialurônico.
A dermatologista Mônica Aribi Fiszbaum aconselha o momento certo de procurar um tratamento como este.
“A hora de recorrer a um procedimento estético como a do Macrolane é quando a imagem refletida no espelho já não agrada mais. Hoje em dia, com todo o avanço da medicina estética, não existe mais sentido em ficar descontente com o corpo, as soluções estão aí para serem usadas”, atesta.
O procedimento é simples e único, no local são aplicados em média de 150ml a 200ml de ácido na região.
O tratamento é indicado para mulheres com assemetria de mamas (uma mama maior do que a outra); jovens e adolescentes que queiram aumentar o tamanho dos seios, mas não querem apelar para uma solução mais invasiva e definitiva, como o silicone; pacientes que querem colocar silicone, mas que possuem seios muito pequenos, nesse caso o preenchimento com ácido hialurônico serve para deixar a pele mas elástica, propiciando a implantação do silicone, sem provocar estrias; E por fim, para quem quer aumentar o seio com mais sutileza, sem apelar para a cirurgia plástica.
O resultado é surpreendente, pois, é possível aumentar os seios em até dois manequins de sutiã.
Além do tamanho o visual também é beneficiado com procedimento, os seios ficam mais firmes e com uma forma mais arredondada.
A dermatologista Mônica Aribi, garante algumas vantagens para acabar com os receios das mulheres em realizar o novo tratamento.
“O resultado é praticamente instantâneo e sem cortes, sem contar que o pós-procedimento é super tranqüilo, a mulher pode voltar para o trabalho no mesmo dia da aplicação. Outra grande vantagem desse procedimento, é que como o ácido hialurônico é produzido e descartado diariamente pelo nosso organismo, a possibilidade de rejeição é praticamente nula.
O cuidado necessário para o profissional fazer antes de realizar o tratamento é a realização de alguns exames para a comprovação da insistência de nenhuma doença autoimune.
O pós-procedimento é simples, basta se afastar de atividades físicas por uma semana e utilizar um sutiã com maior sustentação por pelo menos quinze dias. O resultado pode ser mantido por até dois anos e a reaplicação deve ser realizada de acordo com a necessidade em um ou dois anos.
Serviço:
Para mais informações sobre a Dra. Mônica Aribi Fiszbaum acesse o site www.mafdermatologia.com.br ou ligue para (11) 3673-9806 / 3864-8237.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

0 Como evitar as estrias?


Podemos dizer que as estrias são "cicatrizes bem leves" na pele, causadas devido a uma força excessiva de alargamento desse tecido.
Essa pele se distende muito e/ou em um curto período e não consegue ter “tempo” para produzir todas as substâncias essenciais de preenchimento em quantidade adequada para tornar o aspecto de pele saudável, assim ela se rompe.
Em geral, são causadas por aumentos significativos de peso, como na puberdade ou na gravidez. Alargou tanto que acabo rompendo, sem ter substâncias.
As estrias são comuns no corpo das meninas e geralmente todas têm uma ou outra, em maior ou menor grau, principalmente em glúteos, coxas e mamas (que aumentam de tamanho logo após entrar na puberdade, isto é, logo após menstruar pela primeira vez).
Mas quando elas aparecem em quantidade exagerada em coxas, glúteos, braços, em abdome ou atrás dos joelhos, pode ser um sinal de aumento exagerado no peso.
No caso dos meninos, é comum encontrá-las nas costas, devido ao estirão do crescimento na puberdade.
Crescem muito rápido e aí distende a pele. Isso é o aumento em altura. Quando aumenta demais o peso, pode dar estrias em abdome, coxa e tórax.

Por isso é muito importante ter uma alimentação adequada e fazer exercício físico. E qualquer dúvida, principalmente de peso e altura, procurar um profissional especializado.

Qual a diferença entre os tipos de estrias ?
Existem dois tipos de estrias: as vermelhas e as brancas.
As estrias vermelhas são as mais recentes, duram alguns meses assim antes de ficarem brancas. Elas têm essa cor, pois ainda têm vascularização adequada e nutrientes para que possa tentar recuperar essa pele. Se tratada rápida e adequadamente, pode melhorar em até 100% e desaparecer totalmente.
Mas isso não acorrerá com as estrias brancas, que já é uma fase posterior àquelas estrias vermelhas que não foram tratadas ou que continuaram a ser distendidas (por exemplo, a pessoa continuou a engordar).
Elas não só mudam de cor, mas com o tempo elas ficam mais fundas, com aparência de “pele envelhecida”, perceptível ao se passar as mãos por cima da pele, e podem ficar mais largas e compridas.
Já no caso das estrias brancas, já não se consegue apagá-la totalmente, mas se pode melhorá-las até 70%.
E esse critério de melhora abrange tudo, tanto a cor que se aproxima mais a cor da pele da pessoa, quanto a largura diminui, quanto a profundidade (fica mais nivelada com a pele), menos perceptível ao toque, etc. Mas se olhar de perto, ainda conseguirá observá-las... mas bem mais discretas.
Como se pode aumentar essas substâncias essenciais da pele para melhorar o aspecto das estrias ?
Uma vez aparecidas as estrias, teremos que analisar a idade, o tipo de pele, a cor da pele, o tipo de estria, enfim, vários critérios para vermos os melhores ácidos, peelings e mesoterapia indicada.
Independente dos produtos que compõem esses tratamentos, podemos listá-los em 2 tipos:
1)Aplicação de cremes dermatológicos com ácidos e hidratantes específicos (uso noturno e uso diurno).
É uma etapa importantíssima. Dependendo do caso, pode ser a única necessária.
Para que ocorra estimulação adequada da pele, tem que haver vermelhidão significativa no local, caso contrário, os resultados são muito pobres. Não adianta apenas hidratar aquela pele lesionada, tem que haver estimulação local para que os resultados sejam significativos.

2) Procedimentos médico realizados apenas em consultório.

Os mais realizados e que possuem a melhor relação custo-benefício são: Peelings químicos e mesoterapia/intradermoterapia. Os menos usados são laser, luz pulsada e raspagem (atrito físico).

Peelings Químicos
São ácidos especiais que aplicados no consultório, provocam uma leve descamação da pele, estimulando a microcirculação local e levando à formação de novas fibras de colágeno.
Mesoterapia (Intradermoterapia)
A intradermoterapia consiste na aplicação de substâncias que estimulam a formação de uma nova pele. Para tanto, usam-se ácidos como o glicólico e a vitamina C, mais um mix de substâncias que estimulam o enrijecimento dos tecidos. O ácido provoca estimulação celular. Com isso, o organismo se defende, formando novas células epiteliais e novas substâncias para preencher aquela "pele fina e sem vida".
Esse coquetel de substâncias é injetado através de agulhas finíssimas em toda a extensão das estrias, melhorando a circulação local e aumentando a produção de colágeno. Dessa forma, conseguimos diminuir a altura e espessura das estrias.
Essas substâncias vão fazendo as estrias voltarem a ficar vermelhinhas, diminuírem de tamanho e recuperando a pele. Tem resultados excepcionais se as estrias forem vermelhas ou recentes.
Esse tratamento é bem mais eficaz que apenas o uso dos ácidos e cremes, mas se deve ter a avaliação do médico para saber se é indicado para seu caso.

OBS: Texto apenas informativo. Sempre procure seu médico para uma melhor avaliação.

Dra Gisele Barbosa
Faculdade de Medicina da USP
Dermatologia Estética
www.dragisele.med.br
atendimento@dragisele.med.br

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

0 Cirurgia da intimidade vem sendo cada vez mais procurada por mulheres


A cirurgia da intimidade é exatamente o que o nome leva a crer: busca a melhoria estética e funcional dos órgãos genitais femininos. A técnica foi desenvolvida para, inicialmente, fazer reparos funcionais na região. Mas, com o passar do tempo, foi visto que poderia ser indicada para melhorar o lado psicológico das mulheres insatisfeitas com aspectos estéticos da genitália.

A ligação entre a auto-estima e qualquer problema na região é bastante íntima, já que dependendo do caso, a estética pode ser alterada, bem como apresentar infecções, incômodo com uso de determinadas roupas, dor durante o ato sexual e até mesmo promover barulhos inconvenientes. O constrangimento provocado por tais alterações é tanto que, na maioria das vezes, a mulher tem dificuldades de sentir prazer no ato sexual e tem vergonha de discutir a questão com o parceiro.

A fim de manter o segredo, a alternativa é o fingimento na hora da relação, mais um fator que acaba afetando demais o lado psicológico e que contribui para diminuir a sua autoestima.

Os problemas mais comuns reclamados pela mulher e corrigidos pelas diferentes técnicas de cirurgia da intimidade são hipertrofia dos pequenos lábios (responsável pela dor ou barulho durante o ato sexual), gordura extra na região pubiana (o que proporciona a área proeminente na área conhecida como Monte de Vênus), hipotrofia de pequenos e/ou grandes lábios, flacidez do púbis e alargamento do canal vaginal.

De acordo com o cirurgião plástico Cláudio Bicudo, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o primeiro passo da cirurgia da intimidade começa com a mulher aceitando e assumindo ter um problema na região. - A partir daí, ela deve procurar um cirurgião plástico que, antes de tudo, mostrará que esse incômodo que ela sente com relação a sua genitália não se trata de nenhum bicho de sete cabeças e que ela não está sozinha nesse drama, existem outras mulheres com o mesmo problema - explica o médico ressaltando que por fim, ele diagnosticará o caso para indicar o melhor tratamento.

Problemas e procedimentos mais comuns da região genital:

Lifting pubiano : Correção da flacidez local: É feita uma incisão logo acima da região pubiana (similar à da cesárea ou abdominoplastia) e, por meio dela, o profissional reorganiza os tecidos região retira o excesso de pele.

Lipoenxertia : Repor o volume da região: Indicada para quem perdeu volume devido à idade ou emagrecimento exagerado. Para realizar a técnica, o cirurgião retira gordura de outra parte do corpo, como abdômen ou culote, e aplica o material por meio de pequenas incisões, dando volume à região.

Perineoplastia : Reconstrução da musculatura vaginal: Indicada para os casos de alargamento vaginal, geralmente após parto normal, a cirurgia reorganiza a musculatura da região de modo a estreitar e reforçar. O procedimento consiste em retirar parte da mucosa vaginal e fazer o estreitamento da mesma com uma plicatura.

Lipoaspiração : Monte de Vênus volumoso: Indicado para casos em que o conhecido Monte de Vênus é muito volumoso, chega do a marcar na roupa, além de incomodar a mulher. Através de pequena incisão logo acima ou na lateral do púbis, é introduzida a cânula para aspiração da gordura local. Para potencializar o resultado, pode-se fazer um lifting na região.

Ninfoplastia : Redução de pequenos lábios: O cirurgião retira o excesso de pele com o cuidado de manter uma quantidade de mucosa suficiente para a proteção natural. É feita, então, a ressecção e a sutura com fios absorvíveis.

Cirurgia da mucosa : Clarear a mucosa vaginal: O seu escurecimento é comum após a gestação, pois a ação hormonal desse período aumenta a melanina na parte mais externa dos lábios. A solução é retirar a porção mais externa, onde está escurecida. Sob anestesia local, é feita uma incisão nos lábios vaginais para remover a parte escurecida. A cicatriz fica imperceptível após dois meses, em média.

SERVIÇOS:

Clínica de Ipanema

Rua Prudente de Moraes, 1458 – Ipanema – RJ

Telefone: (21) 22393349/ 26204697

Drº Cláudio Bicudo

 

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